segunda-feira, 5 de junho de 2017

Tipos de rocha

Trabalho sobre tipos de rochas

Tipos de lava

Tipos de lava

Lava fluída - Lava encordoada - Pouco gás
(lava básica)


Lava viscosa - lava escoriácea - Muito gás
(lava ácida)



Quadro sobre o vulcanismo






Materiais vulcânicos

Materiais vulcânicos

Gasosos - os vulcões emitem muitos tipos de gases mas os mais abundantes são: vapor de água, vapores com enxofre e dióxido de carbono.

Líquidos - lava fluída (pahoehoe ou encordoada), viscosa (AA ou escortácea) e muito viscosa.

Sólidos - piroclastos, obsidiana, brecha vulcânica, pedra pomes. 

Estrutura de um vulcão

Estrutura de um vulcão

Cone vulcânico - relevo formado pelas várias erupções vulcânicas, resultante da acumulação dos produtos vulcânicos.

Câmara vulcânica - bolsa de armazenamento de lava.

Escoadas de lava - são as "camadas" de lava que correspondem à saída de lava das várias erupções.

Chaminé vulcânica - estrutura cilíndrica por onde é transformando o magma desde a câmara magmática até à cratera.

Cone vulcânico secundário - relevo cónico do aparelho secundário.

Chaminé secundária - estrutura cilíndrica que transporta o material desde a chaminé principal até à cratera secundária.

Cratera secundária - estrutura circular por onde é emitido o material para o cone secundário. 
   

terça-feira, 25 de abril de 2017






Tipos de vulcões

Havaiano - Os vulcões do tipo havaiano têm uma erupção efusiva. A erupção efusiva é uma erupção calma, com lava fluida e onde a lava escorre a uma grande velocidade, e as escoadas de lava são longas. Os cones deste tipos de vulcões são baixos e largos. Os piroclastos deste tipo de vulcões são os maiores de todos e podem ser desde lapilli até bombas vulcânicas. Este tipo de piroclastos é comum numa lava com pouco gás. Este tipo de erupção é típica dos vulcões do Havai.





Resultado de imagem para vulcões havaianos
Vulcão havaiano

Resultado de imagem para bombas vulcanicas
Bombas vulcânicas




























Vulcaniano - Os vulcões com erupções do tipo vulcaniano têm uma erupção violenta, com uma lava viscosa que escorre lentamente pelo encosta do vulcão abaixo, em escoadas de lava curtas. Os cones deste tipos de vulcões são altos e estreitos. Os vulcões do tipo vulcaniano têm uma quantidade enorme de gás, logo os seus piroclastos são pequenos, consistem em areias vulcânicas, cinzas vulcânicas e lapilli. Este tipo de erupções é típica dos vulcões Etna e Vesúvio.


Vulcão do tipo vulcaniano - Vesúvio




Estromboliano - Os vulcões do tipo estromboliano têm uma erupção mista, ou seja, entra a do tipo havaiano e a do tipo vulcaniano. Este tipo de atividade vulcânica emite umas vezes lava fluida e outras vezes lava viscosa. O cone tem um tamanho intermédio, nem baixo e tão grande como o havaiano, nem tão alto nem estreito como o vulcaniano. O nome deste tipo de vulcão é uma homenagem ao vulcão Stromboli em Itália. Os piroclastos libertados por este tipo da vulcões são bombas vulcânicas e lapilli.


Vulcão do tipo estromboliano - Stromboli



Peleano - Os vulcões deste tipo têm uma erupção muito explosiva ou catastrófica. A lava destes vulcões é muito viscosa, ela não escorre pelo cone, e acumula-se na cratera o que forma uma agulha vulcânica. É uma erupção com bastante gás. O gás que fica retido na chaminé quando sai origina a nuvem ardente. Os piroclastos, se existiram, são as cinzas vulcânicas. Um dos exemplos de um vulcão do tipo peleano é o monte Pele.



Vulcão do tipo peleano - Monte Pele










segunda-feira, 13 de março de 2017

Teoria da tectónica de placas

Porque é que se movimentam?


O mecanismo responsável pelo movimento das placas são as correntes geradas no magma - as correntes de convecção. Os materiais da astenosfera encontram-se num estado intermédio entre o líquido e o sólido e como se encontram a altas temperaturas geram-se movimentos nos materiais, tal como aparece nesta figura.





Quantas placas existem?

A litosfera está dividida em emplacas e estas movem-se.
Resultado de imagem para placas tectonicas

8 Placas Principais
  • Placa Euroasiática
  • Placa do Pacifico
  • Placa Nazca
  • Placa Norte Americana
  • Placa Sul Americana
  • Placa Australiana
  • Placa Africana
  • Placa Africana

Morfologia dos Fundos Oceânicos

Durante a 2ª Guerra Mundial foi criada uma arma de destruição marinha, o submarino. Essa máquina foi criada pelos cientistas alemães para destruir os navios dos seus inimigos. Esta arma estava pensada para andar a 150 metros de profundidade mas a essa profundidade os submarinos embatiam com rochas que formavam o relevo oceânico.
A superfície do fundo oceânico apresenta um relevo acidentado onde podemos encontrar as cadeias montanhosas submarinas, as dorsais. Existem também zonas planas e profundas chamadas planícies abissais. No limite destas surgem as Taludes Continentais, que são encostas que possuem um enorme declive. Junto ao litoral encontramos zonas submersas com uma fraca inclinação as Plataforma Continentais.




Plataforma Continental - É uma zona aplanada que tem mais ou menos 2 km de extensão e 150 m de profundidade (inclinação) é ainda onde vive 95% das espécies.

Talude Continental - zona muito abrupta, limite da crosta continental, vai dos 150 metros em média aos 400km de profundidade.

Planície Abissal - zona plana que constitui cerca de 2/3 da crosta oceânica.

Dorsal médio - oceânica - Grandes cadeias montanhosas localizadas a meio da crosta oceânica formadas por lava.

Rifte - Vale localizado entre as dorsais, corresponde ao vulcanismo do tipo fissural. Zona responsável pela formação de nova crosta oceânica.

Fossa oceânica - localiza-se nos limites das placas litosféricas oceânica e continental. Zona responsável pela destruição da crosta oceânica.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Deriva Continental Filme




Aqui coloco um vídeo sobre a Pangeia para vos ajudar a perceber a sua formação e separação.

Deriva Continental


Em 1915 Alfred Wegener, um geografo especializado em metereologia, desenvolveu a teoria da Deriva Continental. Este teoria afirmava que outrora os continentes já tinham estado todos juntos formando um Super-Continente chamado Pangea rodeado por um Super-Oceano a Pantalassa.
Para Wegener a Pandeia assentava sobre um substrato que se comportava como um líquido bastante viscoso, que por ação das marés facilitava a movimentação dos continentes.



A sua teoria foi rebatida pela comunidade cientifica que sabia apresentar respostas alternativas.
Dentro da comunidade cientifica Alfred Wegener foi bastante gozado porque ninguém fazia ideia de como é que as enormes massas de terra que são os continentes poderiam ter se deslocado no oceano.

Os argumentos que Alfred Wegener utilizou para explicar a sua teoria foram os seguintes:

  • Argumentos Morfológicos - Os contornos do continente africano e sul-americano encaixam na perfeição.
  • Argumentos Geológicos - As rochas no local de encaixe têm a mesma idade e são a mesma rocha.
  • Argumentos Paleontológicos - Fósseis iguais de plantas e animais encontravam-se em todos os continentes.
  • Argumentos Paleoclimáticos - Depósitos glaciares encontrados em regiões com climas tropicais e subtropicais.
A teoria de Alfred Wegener nunca (no século XX) foi para a frente porque não se conheciam os fundos oceanos. Apenas no século XXI com o aparecimento do sonar foi possível avnçar com a sua teoria.