segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
Este período nos realizamos uma visita à exposição de sismos e vulcões do 8º ano. Lá aprendemos o que se deve fazer em caso de sismo e tivemos a oportunidade de experimentar um simulador de sismos.
Na parte dos vulcões percebemos os tipos de vulcão e os tipos de rochas vulcânicas. Percebemos que existem rochas que flutuam.
Reflexão
Eu achei este trabalho divertido, espero poder continuá-lo para o próximo período. Eu acho que o blogue é uma mais valia para futuras aprendizagens onde poderemos voltar a estudar a mesma matéria. O blogue ajudou-me a estudar, e percebi que todas as semanas devemos atualizar o blogue.
Eu achei este trabalho divertido, espero poder continuá-lo para o próximo período. Eu acho que o blogue é uma mais valia para futuras aprendizagens onde poderemos voltar a estudar a mesma matéria. O blogue ajudou-me a estudar, e percebi que todas as semanas devemos atualizar o blogue.
Camadas
|
Profundidade
|
Temperatura
|
Constituição
|
Descontinuidades
|
Subcamadas
|
Estado Físico
|
Profundidade
|
Crosta
ou
Crusta
|
0 aos 30 km
|
22 aos 900
|
Silicio e Alumínio
|
Mohorovicic
|
Crosta Continental
|
Sólido
|
0 aos 12 km
|
Crosta Oceânica
|
Sólido
|
0 aos 70 km
|
|||||
Manto
|
30 aos 2900 km
|
900 aos 4000
|
Silcio
|
Guttemberg
|
Manto Superior
|
Pastoso
|
30km aos 700km
|
Manto Inferior
|
Sólido
|
700 aos 2900 km
|
|||||
Núcleo
|
2900 aos 6371km
|
4000 aos 5000
|
Ferro e Níquel
|
Núcleo Externo
|
Líquido
|
2900 aos 5150 km
|
|
Núcleo Interno
|
Sólido
|
5150 aos 6371 km
|
Princípios Estatigráficos
Principio da Horizontalidade- As rochas sedimentares formam-se sempre na horizontal.
Principio da Sobreposição - A camada que está´por baixo é a mais antiga e a que está por cima é a mais recente desde que não haja deformações geológicas (dobras e falhas que podem causar inversão de camadas).
Principio da Identidade Paleontológica- Estratos que contenham o mesmo tipo de fósseis e que tiveram a sua origem em ambientes semelhantes (fóssil de fáceis caracteriza o ambiente de formação da rocha).
Principio da Continuidade Paleontológica- Camadas (extractos) que contenham os mesmos fósseis (da mesma idade) mesmo que estejam a grandes distâncias, são a mesma camada.
Principio da Interseção- Todas as estruturas que intersetam formações (intrusões magmáticas falhas) são mais recentes.
Principio da Horizontalidade- As rochas sedimentares formam-se sempre na horizontal.
Principio da Sobreposição - A camada que está´por baixo é a mais antiga e a que está por cima é a mais recente desde que não haja deformações geológicas (dobras e falhas que podem causar inversão de camadas).
Principio da Identidade Paleontológica- Estratos que contenham o mesmo tipo de fósseis e que tiveram a sua origem em ambientes semelhantes (fóssil de fáceis caracteriza o ambiente de formação da rocha).
Principio da Continuidade Paleontológica- Camadas (extractos) que contenham os mesmos fósseis (da mesma idade) mesmo que estejam a grandes distâncias, são a mesma camada.
Principio da Interseção- Todas as estruturas que intersetam formações (intrusões magmáticas falhas) são mais recentes.
O que é um fóssil?
O que é um fóssil?
Um fóssil é um resto , marca ou um vestígio de um ser vivo que ficou preservado na rocha onde se formou.
Um icnofóssíl é uma marca ou um vestígio de um ser vivo.
Um somatofóssil é um resto de um ser vivo.
Os gastrólitos são as pedrinhas que os dinossauros ingeriam para facilitar a digestão.
Fóssil de Idade
É um fóssil que data a rocha (sedimento) onde se encontra, têm de ter vivido num "curto" espaço de tempo e ter tido uma grande distribuição geográfica. Exemplo trilobite (câmbrico e ordovicio) e amonite (mesozóico).
Fósseis de Fácies
Estes são os que fornecem indicações quer quanto ao meio em que viveram as formas vivas de que derivam, quer quanto às condições de formação dos termos que os contêm.
Fóssil de Idade
É um fóssil que data a rocha (sedimento) onde se encontra, têm de ter vivido num "curto" espaço de tempo e ter tido uma grande distribuição geográfica. Exemplo trilobite (câmbrico e ordovicio) e amonite (mesozóico).
Fósseis de Fácies
Estes são os que fornecem indicações quer quanto ao meio em que viveram as formas vivas de que derivam, quer quanto às condições de formação dos termos que os contêm.
Recristalzação
Ocorre quando se dá um rearranjo de estrutura cristalina de um mineral, dando-lhe mais estabilidade, como por exemplo a transformação de aragonite em calcite.
Carbonização ou Incarbonização
Ocorre quando há uma perda de substâncias voláteis restando uma película de carbono. É mais frequente nos restos de seres vivos contendo quitina, celulose ou queratina.
Mumificação
Ocorre quando o ser vivo ficou aprisionado em âmbar (resina) ao gelo, o ser vivo conserva as suas partes moles, dando-nos informações preciosas à cerca do ser vivo. O ser neste tipo de fossilização fica conservado, apresenta apenas alterações mínimas na sua composição.
Incrustação
Ocorre quando substâncias trazidas pelas águas que se infiltram no subsolo e se depositam em torno do animal ou planta revestindo-o, como por exemplo acontece em animais que morreram em cavernas. Os materiais mais comuns são calcite, pirite, limonite e sílica.
Mineralização
Ocorre quando há substâncias minerais são depositados em cavidades existentes em ossos e troncos. É assim que se forma a madeira petrificada.
Moldagem
Processo mais vulgar resulta do preenchimento interno das partes duras do ser vivo por sedimentos ou moldagem da parte externa das partes duras do ser vivo. (Para se ter a noção real do ser vivo é necessário o molde e o contra-molde).
Ocorre quando se dá um rearranjo de estrutura cristalina de um mineral, dando-lhe mais estabilidade, como por exemplo a transformação de aragonite em calcite.
Carbonização ou Incarbonização
Ocorre quando há uma perda de substâncias voláteis restando uma película de carbono. É mais frequente nos restos de seres vivos contendo quitina, celulose ou queratina.
Mumificação
Ocorre quando o ser vivo ficou aprisionado em âmbar (resina) ao gelo, o ser vivo conserva as suas partes moles, dando-nos informações preciosas à cerca do ser vivo. O ser neste tipo de fossilização fica conservado, apresenta apenas alterações mínimas na sua composição.
Incrustação
Ocorre quando substâncias trazidas pelas águas que se infiltram no subsolo e se depositam em torno do animal ou planta revestindo-o, como por exemplo acontece em animais que morreram em cavernas. Os materiais mais comuns são calcite, pirite, limonite e sílica.
Mineralização
Ocorre quando há substâncias minerais são depositados em cavidades existentes em ossos e troncos. É assim que se forma a madeira petrificada.
Moldagem
Processo mais vulgar resulta do preenchimento interno das partes duras do ser vivo por sedimentos ou moldagem da parte externa das partes duras do ser vivo. (Para se ter a noção real do ser vivo é necessário o molde e o contra-molde).

Tempo geológico é uma divisão criada para estudar a história do nosso planeta. Essa história pode ser conhecida por meio do registo de acontecimentos passados que ficaram preservados nas rochas. As camadas das rochas, e os fósseis nelas encontrados, contêm informações valiosas sobre as modificações que foram acontecendo ao longo do tempo. É a essa evolução do tempo que damos o nome de tempo geológico, que está dividido em eras, períodos e épocas.
sábado, 3 de dezembro de 2016
Formação do planeta e do universo
No início todas as partículas estavam contidas dentro de uma pequena bola.
Essa bola estava cada vez mais densa, até que num dia essa bola não aguentou mais e explodiu. A essa explosão chamamos o Big Bang.
O nosso sistema solar foi originado pela explosão de uma estrela de proporções gigantescas que ao explodir uma parte dela foi dar origem ao nosso sistema solar.
No início dos tempos o nosso sol era uma imensa bola de fogo composta por hélio e hidrogénio, que girava muito depressa. Dessa bola houve vários pedaços que se separaram dando origem aos planetas, naquela altura havia mais de cem planetas existentes. Esses planetas chocaram entre si, e poucos planetas sobreviveram.
Entre esse conjunto de planetas encontrava-se a Terra e a sua "irmã" a Teia. Os planetas encontravam-se em rota de colisão. A Teia ao embater com a Terra apenas lhe acertou de lado e alguns pedaços da Teia, que se destruiu, foram ao encontro do centro da Terra, aumentando assim o seu tamanho. O resto dos pedaços da Teia foram originar o nosso satélite natural, a Lua.
A partir daí a Terra esteve sempre a arrefecer e formou-se a Crosta Terrestre.
Foi então que começaram a cair bastantes meteoritos na Terra. Esses meteoritos traziam com eles água, que a pouco e pouco foram enchendo a Terra com água formando assim os primeiros oceanos.
Com os meteoritos que traziam a água vinham também as primeiras proteínas, que ao cair na Terra passaram a viver nos oceanos.
As proteínas que se encontravam no oceano começaram a agrupar-se e formaram os coacervados.
Esses coacervados perceberam que se se juntassem a outros coacervados poderiam viver de maneira mais rentável, nasceram assim as primeiras cianobactérias. As cianobactérias anda hoje existem.
As cianobactérias começaram a agrupar-se em construções a que os cientistas deram o nome de Estromatólitos. Existem vários exemplos de estromatólitos que só podem ser observados numa parte da costa Australiana.
As cianobactérias realizam um processo chamado fotossíntese, ou seja retiram o dióxido de carbono do ar (que naquela altura existia em maior abundância do que hoje, graças aos vulcões) e transformavam-no em oxigénio. Elas realizaram este processo durante milhões de anos e foram enriquecendo a atmosfera em oxigénio.
Durante esta altura todos os grandes blocos de pedra a que hoje chamamos continentes se estavam a mover, eles estavam se a mover para o meio do Oceano todos na mesma direção , ou seja iriam acabar por chocar entre si. Esse choque originou um super-continente a que os geólogos deram o nome de Rodínia. Passados alguns milões de anos os grandes locos de Terra voltaram a separar-se e é por isso que ainda hoje os continentes parece que "encaixam".
À milhões de anos a velocidade de rotação da Terra era muito mais rápida que agora, os dias tinham cerca de 16 horas, menos 8 horas do que têm hoje em dia. A rotação da Terra torna-se mais lenta ao fim de milhões de anos porque é o núcleo da Terra que a faz girar, assim dizendo quanto mais quente está o núcleo mais rápido a Terra realiza uma volta sobre si mesma. Pode ser que daqui a muitos milhões de anos a Terra pare de rodar...
Quando os continentes se juntaram levaram a elevação de muitas partes sobre outras que levou à criação de muitos vulcões. Durante as erupções vulcânicas foram libertadas enormes de dióxido de carbono que impediram que a Terra recebe-se tanto calor do Sol. Essa mudança fez as temperaturas descerem drasticamente o que originou um período glaciar na Terra.
Assim que as temperaturas voltaram a subir os vulcões entraram novamente em erupção.
Depois disso os seres começaram a deixar de ser unicelulares e passaram a ser pluricelulares, mas continuavam a ser coisinhas bastante simples. Um dos seres que viveu mais tempo na Terra foram as Trilobites, estas viveram desde o Câmbrico até ao Pérnico. Elas foram muito importantes para o ser humano perceber como era a vida na pré-história. Na altura das trilobites já existiam alguns peixes.
Nesta altura por ação das cianobactérias a camada de ozono fica mais espessa e com a quantidade de oxigénio suficiente para os seres vivos poderem respirar fora de água. Pouco a pouco as algas e as plantas aquáticas vão passando para a Terra começando primeiro com plantas rasteiras e depois com a formação de árvores Os peixes aquáticos começam a pouco e pouco a sair da água, primeiro em tempos mais pequenos e depois em tempos cada vez maiores, para se alimentaram. Chega a um ponto em que os peixes carnívoros também têm que começar a sair pra irem atrás do seu alimento. Os peixes vão adquirindo características que os deixam viver dentro e fora de água. Nascem assim os animais anfíbios.
Nesta altura a vida ainda era toda dentro de água e um pouco à beira de água. Foram as Tetrápodes que iniciaram o começo da floresta mas para o centro dos continentes. Um tetrápode é uma semente que germina longe da água porque na sua constituição já leva a água necessária para o seu crescimento.
Os anfíbios põem os seus ovos dentro de água mas existiram alguns que , talvez por deficiência colocavam os ovos fora de água pois os seus ovos já tinham na sua constituição a água necessária ao seu nascimento fora de água. Nasceram assim os Répteis.
Ouve partes da vida da Terra em que as temperaturas mudaram radicalmente e o período carbónico não foi exceção. Durante esse período chuvas imensas chuvas caíram na Terra, isso provocou a queda das árvores que estavam habituadas a um clima mais seco, as raízes das árvores desprenderam-se do chão. Como choveu imenso a Terra estava lamacenta e cheia de lodo o que fez com que quando as árvores caíssem fossem imediatamente enterradas dando assim origem às reservas de carvão que nós usamos hoje em dia.
A seguir ao carbónico veio o Pérnico. O pérnico foi o período em que a Terra assistiu á maior extinção de espécies desde a sua criação. Neste período os vulcões que existiam na Sibéria entraram em erupção e provocaram chuvas ácidas em todo o globo. Essas chuvas erradicaram 95 por cento da vida na Terra, dentro da água só as algas mais profundas conseguem sobreviver.
Os peixes e animais marinhos que morreram deram origem ao petróleo porque foram depositados sobre a areia que os enterrou.
Alguns répteis que conseguiram sobreviver ás chuvas ácidas cresceram e cresceram e foram dar origem aos dinossauros. Os dinossauros dominaram durante 3 grandes períodos (cerca de 18 milhões de anos). Os dinossauros foram extintos no Cretácio. A causa da sua extinção foi um gigante meteoro que caiu na Terra que apenas com o pó que levantou conseguiu cobrir a Terra impedindo o calor de chegar à Terra fazendo com que as temperaturas arrefecessem, e ouve muitas plantas que se extinguiram levando á extinção dos dinossauros herbívoros que levaram á extinção dos animais carnívoros. Alguns destes animais foram imediatamente enterrados e também foram dar origem ao petróleo. Os únicos animais que sobreviveram foram os Mamíferos que viviam debaixo de Terra e que se alimentavam de insetos. O animal mais parecido com os mamíferos dessa altura, que ainda hoje existe na Terra é o Musaranho. O musaranho é um animal pequeno com cerca de 10 centímetros que caça pequenas cobras. Os seus antepassados sobreviveram escondendo-se debaixo da terra.
Existe um primata que foi descoberto, e se pensa ter vivido à mais de 47 milhões de anos. Julga-se que esse primata é ancestral do ser humano que evoluiu para os hominídeos.`
À alguns anos foram descobertos no Evereste, alguns fósseis de animais marinhos isso só pode significar que onde agora se situa o Evereste toda aquela zona já se encontrou submersa.
A evolução do ser humano começou com o australopiteco e acabou com o Homo Sapiens, o ser humano atual. O Homo Sapiens viveu durante uma época muito difícil, viveu durante a Idade do Gelo. A Idade do Gelo aconteceu porque as temperaturas da Terra baixaram e os gelos cobriram a Ásia, a América do Norte e a Europa Norte e Central. Muitas espécies extinguiram-se e o omo Sapiens foi obrigado a caçar animais de grande porte para sobreviver.
Este é o resumo do filme "Construindo o planeta Terra" espero que gostem. Obrigado por lerem!!!
Entre esse conjunto de planetas encontrava-se a Terra e a sua "irmã" a Teia. Os planetas encontravam-se em rota de colisão. A Teia ao embater com a Terra apenas lhe acertou de lado e alguns pedaços da Teia, que se destruiu, foram ao encontro do centro da Terra, aumentando assim o seu tamanho. O resto dos pedaços da Teia foram originar o nosso satélite natural, a Lua.
A partir daí a Terra esteve sempre a arrefecer e formou-se a Crosta Terrestre.
Foi então que começaram a cair bastantes meteoritos na Terra. Esses meteoritos traziam com eles água, que a pouco e pouco foram enchendo a Terra com água formando assim os primeiros oceanos.
Com os meteoritos que traziam a água vinham também as primeiras proteínas, que ao cair na Terra passaram a viver nos oceanos.
As proteínas que se encontravam no oceano começaram a agrupar-se e formaram os coacervados.
Esses coacervados perceberam que se se juntassem a outros coacervados poderiam viver de maneira mais rentável, nasceram assim as primeiras cianobactérias. As cianobactérias anda hoje existem.
As cianobactérias começaram a agrupar-se em construções a que os cientistas deram o nome de Estromatólitos. Existem vários exemplos de estromatólitos que só podem ser observados numa parte da costa Australiana.
As cianobactérias realizam um processo chamado fotossíntese, ou seja retiram o dióxido de carbono do ar (que naquela altura existia em maior abundância do que hoje, graças aos vulcões) e transformavam-no em oxigénio. Elas realizaram este processo durante milhões de anos e foram enriquecendo a atmosfera em oxigénio.
Durante esta altura todos os grandes blocos de pedra a que hoje chamamos continentes se estavam a mover, eles estavam se a mover para o meio do Oceano todos na mesma direção , ou seja iriam acabar por chocar entre si. Esse choque originou um super-continente a que os geólogos deram o nome de Rodínia. Passados alguns milões de anos os grandes locos de Terra voltaram a separar-se e é por isso que ainda hoje os continentes parece que "encaixam".
À milhões de anos a velocidade de rotação da Terra era muito mais rápida que agora, os dias tinham cerca de 16 horas, menos 8 horas do que têm hoje em dia. A rotação da Terra torna-se mais lenta ao fim de milhões de anos porque é o núcleo da Terra que a faz girar, assim dizendo quanto mais quente está o núcleo mais rápido a Terra realiza uma volta sobre si mesma. Pode ser que daqui a muitos milhões de anos a Terra pare de rodar...
Quando os continentes se juntaram levaram a elevação de muitas partes sobre outras que levou à criação de muitos vulcões. Durante as erupções vulcânicas foram libertadas enormes de dióxido de carbono que impediram que a Terra recebe-se tanto calor do Sol. Essa mudança fez as temperaturas descerem drasticamente o que originou um período glaciar na Terra.
Assim que as temperaturas voltaram a subir os vulcões entraram novamente em erupção.
Depois disso os seres começaram a deixar de ser unicelulares e passaram a ser pluricelulares, mas continuavam a ser coisinhas bastante simples. Um dos seres que viveu mais tempo na Terra foram as Trilobites, estas viveram desde o Câmbrico até ao Pérnico. Elas foram muito importantes para o ser humano perceber como era a vida na pré-história. Na altura das trilobites já existiam alguns peixes.
Nesta altura por ação das cianobactérias a camada de ozono fica mais espessa e com a quantidade de oxigénio suficiente para os seres vivos poderem respirar fora de água. Pouco a pouco as algas e as plantas aquáticas vão passando para a Terra começando primeiro com plantas rasteiras e depois com a formação de árvores Os peixes aquáticos começam a pouco e pouco a sair da água, primeiro em tempos mais pequenos e depois em tempos cada vez maiores, para se alimentaram. Chega a um ponto em que os peixes carnívoros também têm que começar a sair pra irem atrás do seu alimento. Os peixes vão adquirindo características que os deixam viver dentro e fora de água. Nascem assim os animais anfíbios.
Nesta altura a vida ainda era toda dentro de água e um pouco à beira de água. Foram as Tetrápodes que iniciaram o começo da floresta mas para o centro dos continentes. Um tetrápode é uma semente que germina longe da água porque na sua constituição já leva a água necessária para o seu crescimento.
Os anfíbios põem os seus ovos dentro de água mas existiram alguns que , talvez por deficiência colocavam os ovos fora de água pois os seus ovos já tinham na sua constituição a água necessária ao seu nascimento fora de água. Nasceram assim os Répteis.
Ouve partes da vida da Terra em que as temperaturas mudaram radicalmente e o período carbónico não foi exceção. Durante esse período chuvas imensas chuvas caíram na Terra, isso provocou a queda das árvores que estavam habituadas a um clima mais seco, as raízes das árvores desprenderam-se do chão. Como choveu imenso a Terra estava lamacenta e cheia de lodo o que fez com que quando as árvores caíssem fossem imediatamente enterradas dando assim origem às reservas de carvão que nós usamos hoje em dia.
A seguir ao carbónico veio o Pérnico. O pérnico foi o período em que a Terra assistiu á maior extinção de espécies desde a sua criação. Neste período os vulcões que existiam na Sibéria entraram em erupção e provocaram chuvas ácidas em todo o globo. Essas chuvas erradicaram 95 por cento da vida na Terra, dentro da água só as algas mais profundas conseguem sobreviver.
Os peixes e animais marinhos que morreram deram origem ao petróleo porque foram depositados sobre a areia que os enterrou.
Alguns répteis que conseguiram sobreviver ás chuvas ácidas cresceram e cresceram e foram dar origem aos dinossauros. Os dinossauros dominaram durante 3 grandes períodos (cerca de 18 milhões de anos). Os dinossauros foram extintos no Cretácio. A causa da sua extinção foi um gigante meteoro que caiu na Terra que apenas com o pó que levantou conseguiu cobrir a Terra impedindo o calor de chegar à Terra fazendo com que as temperaturas arrefecessem, e ouve muitas plantas que se extinguiram levando á extinção dos dinossauros herbívoros que levaram á extinção dos animais carnívoros. Alguns destes animais foram imediatamente enterrados e também foram dar origem ao petróleo. Os únicos animais que sobreviveram foram os Mamíferos que viviam debaixo de Terra e que se alimentavam de insetos. O animal mais parecido com os mamíferos dessa altura, que ainda hoje existe na Terra é o Musaranho. O musaranho é um animal pequeno com cerca de 10 centímetros que caça pequenas cobras. Os seus antepassados sobreviveram escondendo-se debaixo da terra.
Existe um primata que foi descoberto, e se pensa ter vivido à mais de 47 milhões de anos. Julga-se que esse primata é ancestral do ser humano que evoluiu para os hominídeos.`
À alguns anos foram descobertos no Evereste, alguns fósseis de animais marinhos isso só pode significar que onde agora se situa o Evereste toda aquela zona já se encontrou submersa.
A evolução do ser humano começou com o australopiteco e acabou com o Homo Sapiens, o ser humano atual. O Homo Sapiens viveu durante uma época muito difícil, viveu durante a Idade do Gelo. A Idade do Gelo aconteceu porque as temperaturas da Terra baixaram e os gelos cobriram a Ásia, a América do Norte e a Europa Norte e Central. Muitas espécies extinguiram-se e o omo Sapiens foi obrigado a caçar animais de grande porte para sobreviver.
Este é o resumo do filme "Construindo o planeta Terra" espero que gostem. Obrigado por lerem!!!
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
Subscrever:
Comentários (Atom)

